Solução Situação-problema 13
Pedro Silva, 15 anos, estudante do 2º ano do ensino médio, mora no Vale da Lua, um município de médio porte localizado na periferia de uma grande metrópole. A área é dividida em duas regiões principais: o Centro Urbano, que abriga a maioria das instituições públicas e comerciais, e as Áreas Periféricas, onde reside a maior parte da população de baixa renda. O município é marcado por uma crescente ação criminosa de furtos e assaltos que tem efeito profundo na saúde mental dos estudantes. Muitos jovens desenvolvem ansiedade e medo de percorrer o trajeto até a parada onde passa o transporte escolar, temendo serem assaltados.
Pedro está matriculado na Escola Estadual Aurora, localizada no Centro Urbano do Vale da Lua. Ele vive com seus pais em um bairro periférico da cidade, onde a família enfrenta dificuldades financeiras. Seus pais, trabalhadores assalariados, saem para o trabalho muito cedo e não têm a possibilidade de acompanhá-lo até a escola. Como muitos jovens da sua área, Pedro depende do transporte escolar para ir à escola.
Certa manhã, enquanto caminhava para a parada de ônibus (3 km de distância de sua casa), ele foi abordado por dois assaltantes que exigiram seu celular e tênis, ameaçando-o com uma faca.
O trauma do assalto deixou-o profundamente abalado. No dia seguinte, teve dificuldades para sair de casa e voltar à escola. Com o passar dos dias, Pedro começou a manifestar sintomas de crises de pânico. Sempre que pensava em sair de casa para pegar o ônibus, ele sentia falta de ar, coração acelerado e uma sensação esmagadora de pavor. À medida que os sintomas se intensificaram, passou a faltar frequentemente à escola. Foi uma professora de Pedro que percebeu sua ausência prolongada na escola e decidiu informar a Coordenação Pedagógica. Como a escola, em parceria com agentes externos, pode implementar estratégias eficazes para apoiar Pedro na superação das crises de pânico decorrentes do trauma de um assalto, garantindo seu bem-estar emocional e seu retorno seguro ao ambiente escolar?


ÉRICA, SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO

ALAN, RESPONSÁVEL PELO TRANSPORTE ESCOLAR DO MUNICÍPIO

DANIEL, POLICIAL DA PATRULHA ESCOLAR

ANTÔNIO CARLOS, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES

DELEGACIA

ESCOLA

CENTRO COMUNITÁRIO

CENTRO ESPORTIVO
Rede intersetorial construída
Agentes
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ÉRICA, SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃOObservaçõesEla deverá informa a secretaria de segurança o prejuizo pedagogico que o problema de segurança vem causando, além de ajustar a questão do transporte.
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ALAN, RESPONSÁVEL PELO TRANSPORTE ESCOLAR DO MUNICÍPIOObservaçõesEsse agente pode aumentar o numero de paradas, de maneira que o deslocamento a pé do aluno seja menor.
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DANIEL, POLICIAL DA PATRULHA ESCOLARObservaçõesA patrulha escolar poderia ser reforçada, em locais de coleta dos alunos, nos horários prévios as entradas e saídas.
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ANTÔNIO CARLOS, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRESObservaçõesEle poderia atuar de maneira a criar grupos para que os alunos se desloquem de maneira conjunta para os pontos do onibus.
Equipamentos
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DELEGACIAObservaçõesOnde deverão ser feitos os BOs para que a segurança publica avalie os dados para o aumento de mais medidas protetivas
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ESCOLAObservaçõesLocal para acolher esse alunos de registrar os impatos da demanda de segurança pública.
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CENTRO COMUNITÁRIOObservaçõesPodera ser onde a comunidade de pis e mestres se encontra para tratar dos grupos de alunos para se locomoverem conjuntamente.
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CENTRO ESPORTIVOObservaçõesPode ser considerado para ser mais um ponto de coleta dos alunos.
O responsável pelo transporte escolar poderia reorganizar horários e pontos de parada; a patrulha escolar e a delegacia atuariam de forma preventiva e investigativa nos locais de risco; e a Associação de Pais e Mestres teria papel fundamental na mobilização comunitária, criando grupos de estudantes para que o deslocamento até o ponto de ônibus ocorra coletivamente, em “bando”, reduzindo a exposição individual e aumentando a sensação de segurança. O centro comunitário e o centro esportivo poderiam apoiar ações de convivência, fortalecimento de vínculos e retomada da confiança dos jovens no território. Dessa forma, o problema deixa de ser tratado apenas como uma dificuldade individual de Pedro e passa a ser enfrentado como uma questão coletiva, que envolve escola, família, comunidade, transporte, educação e segurança pública.